24/05/2012 atualizado às 1:52
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Bruxelas pede mais reformas a Portugal e Espanha

O comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários avisa que os dois países têm de prosseguir as reformas estruturais, nomeadamente no mercado do trabalho e sistema de pensões.

22:11 Segunda feira, 7 de junho de 2010

O comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários avisou hoje, no Luxemburgo, que Portugal e Espanha, têm de prosseguir as reformas estruturais, nomeadamente no mercado do trabalho e sistema de pensões.

"A nossa análise preliminar é que os objetivos revistos [por Portugal e Espanha] para 2010 e 2011 são apropriados, disse Olli Rehn, no final da reunião dos ministros das Finanças da Zona Euro.

Olli Rehn recordou que os dois países já anunciaram ou vão anunciar "reformas estruturais substanciais", mas avisou que "mais terá de ser feito".

"Eu apenas posso encorajar os dois países a continuarem as reformas estruturais, por exemplo no mercado do trabalho e no sistema de pensões, disse Olli Rehn, acrescentando que isso terá de ser feito "com toda a determinação que é necessária nesta situação delicada".

Avaliação preliminar


Os ministros das Finanças da Zona Euro ouviram hoje uma "avaliação preliminar", feita pela Comissão Europeia, sobre o impacto na luta contra o défice orçamental das medidas adicionais tomadas por Portugal e Espanha.

Referindo-se aos dois países, o presidente do Eurogrupo insistiu que "também é claro que será preciso mais consolidação para além de 2011".

Mas "as medidas anunciadas são significativas e corajosas", resumiu Jean-Claude Juncker.

O comissário europeu responsável pelos Assuntos Económicos, Olli Rehn, reservou para 15 de junho "uma avaliação detalhada e profunda", feita no âmbito do processo por défice excessivo, da situação orçamental de Portugal e Espanha. Os ministros das Finanças irão voltar a debater a questão a 12 e 13 de julho.

Os governos português e espanhol anunciaram em maio um reforço das medidas de contenção orçamental já aprovadas anteriormente no âmbito do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC).

As medidas aprovadas em Portugal


O pacote de medidas de austeridade portuguesas aprovadas na Assembleia da República - e acordadas entre o Governo socialista e o PSD - inclui o aumento das taxas de IVA, da sobretaxa de IRS e IRC e a aplicação do imposto de selo ao crédito ao consumo.

A redução das transferências para as autarquias locais e para as regiões autónomas, os limites de endividamento dos municípios, o congelamento das admissões na Função Pública e a redução de cinco por cento dos vencimentos dos titulares de cargos políticos e dos gestores públicos são outras das medidas.

Lisboa pretende acelerar a trajetória de redução do défice orçamental de 9,4 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009 para 7,3 em 2010 e 4,6 por cento em 2011.


*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***


Lusa
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PORTUGAL
odisseia na terra (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 9:24 | Terça feira, 8 de junho de 2010
para sair da CRISE gerada pelos seus politicos tem que:
a) reduzir o peso da função publica para metade; b) rever o mapa da divisão administrativa do país; c) privatizar tudo menos a água; d) apostar no nuclear; e) rever todos os acordos colectivos de trabalho de modo a liberalizar o mercado de trabalho; f) reformar o mercado financeiro; g) liberalizar os mercados para promover a concorrencia de modo a gerar mercado e emprego; h) promover uma reforma fiscal que permita a Portugal ser uma referencia da e na Europa e q seja tb factor de mobilização das grandes fortunas; i) efectuar uma revolução na justiça de modo a que funcione
 
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    Para além dos capatazes, Portugal também tem    Ver comentário
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 11:13 | Terça feira, 8 de junho de 2010
Não passam de simples capatazes em comsonância
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 11:07 | Terça feira, 8 de junho de 2010
com os capatazes internos a soldo dos grupos financeiros e economicos que pretendem, não só extorquir as vitimas do sistema capitalista que lançou a sociedade na bancarrota, mas também alterar as leis laborais para assim conseguierem com a liberalização dos despedimentoslimitarem até a liberdade de expressão dado que as pessoas ficariam com mêdo de se exprimirem porque podiam fàcilmente serem perseguidas ao ponto de perderem o emprego. Por outro lado,os capatazes internos a soldo pretendem sugar e privatizar tudo do Estado para terem terreno livre para escravizarem toda uma população. Se fôr preciso e se não entenderem bem, quem são os capatazes eu indico o nome deles um a um. OK!... Sem mêdo, porque a situação requer muita coragem e resistência de todas as pessoas de bem e que amam o seu País, para impedirem a continuação e a impunidade dos capatazes internos e externos...
 
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Estão querendo que vá tudo pró desempego..????
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 22:51 | Segunda feira, 7 de junho de 2010
Ou apenas estão brincando com todos os nossos países..???até quando,lá na dita europa;esperam mais um pouco;e claro que tudo leva o seu tempo para cmeçar a verem-se os resultados..Mas claro que eu apoio;100%;por exemplo;o corte nos marajás;tipo dos mexias;e outros figurões;que aí estão mamando e muito leite na teta da víuva..ouviram.>??hó fidalgos da casa mourisca..???Ou também quero ouvir e ver em lei;que os senhores que aí estão com várias regormas acumuladas;e até com vários emprsgos;acumulados;e que só vão ás vezes;para se mostrarem;esses aí;também quero ver;o que aí vai ser feito..ouviram..???até quando.>???ou só vai haver cortes;e xicote;prós do andar de baixo..???e os do andar de cima;como de costume;pertencem a´s castas...???será que ainda nãoa cabaram as castas..??até qwuando aí essa fantochada..??já é tempo de se começar a fzer as coisas como os vários países da nossa dita europa unida..?até quando.. as vedades...??cpts..kantiflas.
 
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A República Federal da Europa é uma treta
D. Fuas Toucinho (seguir utilizador), 1 ponto , 0:53 | Terça feira, 8 de junho de 2010
Na sequência da II Guerra Mundial o general De Gaulle teve um sonho, ou um pesadelo, uma República Federal da Europa, aproveitando a embalagem de uma Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo) que criou no seu seio um espaço comercial para o carvão e o aço.
Ano após ano mais vozes se uniram nessa utopia a viver o progresso do Plano Marshall para reconstruir a Europa. De Gaulle detestava os Estados Unidos e queria uma réplica deles aqui na Europa, isto enquanto como presidente da França exigia a independência do Quebec do Canadá com o seu célebre slogan "Vive le Quebec libre".
Agora o que se verifica é uma Europa em queda livre, liderada por um criminoso de guerra do Iraque, Durão Barroso, e todos os países a viverem a sua maior crise desde a II Guerra Mundial.
Parafraseando um figura do futebol, isto de uma República Federal da Europa é uma treta, um painel de países cada um com os seus interesses económicos e políticos diferentes.
Como é possível que um país com o nível de vida Marrocos (sobre)viva com uma moeda mais forte que a dos Estados Unidos?
Só podia dar no que deu...
 
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Não há nada de errado com a União Europeia
turrican (seguir utilizador), 1 ponto , 1:18 | Terça feira, 8 de junho de 2010
Os Portugueses é que se endividaram em casas de 250 mil euros e grandes carros. Antes de se queixarem, olhem para as prestações mensais.

Saloios com status e cartão de credito, mas sempre saloios!

Espero que tenham boa qualidade de vida com a casa não-mobilada, o Mercedes que não conseguem sustentar, a sopa e os croquetes. A seguir está na altura de pedir ajuda ao banco Alimentar, por e-mail !
 
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O falhanço do modelo Europeu!
Nuno.Miguel (seguir utilizador), 1 ponto , 10:34 | Terça feira, 8 de junho de 2010
Infelizmente estes acontecimentos serão fatais para o projecto Europeu, a União Europeia está muito fragilizada e a beira do colapso.

A moeda única, as políticas económicas e o plano estratégico de desenvolvimento fracassaram, não existe liderança nem consenso político e o desnorte é evidente.

Hoje a comissão Europeia está somente preocupada em conseguir controlar os défices orçamentais esquecendo o fundamental, o crescimento da Europa.

Após a globalização dos mercados a Europa perdeu competitividade já que é impossível competir com os países emergentes que praticam salários extraordinariamente baixos e aonde não há direitos sociais. Este desequilíbrio levou a fuga das Industrias para os tais países emergentes, criando uma onda de desemprego assustadora.

As regras do jogo foram distorcidas e enquanto não forem novamente equilibradas não existirá qualquer hipótese da Europa recuperar com sustentabilidade o fulgor de outros tempos.

O Desafio é enorme e infelizmente a classe política que dirige a Europa não está a altura dos acontecimentos, enquanto não houver um despertar e de uma vez por todas enfrentar os verdadeiros problemas, a Europa irá continuar a afundar-se os seus cidadãos irão sofrer imenso.

O nosso país é um dos mais vulneráveis, as consequências serão muito duras.

Preparem que o PEC 3 já está na ementa e será servido brevemente.
 
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Eurolândia
Guderian (seguir utilizador), 1 ponto , 11:19 | Terça feira, 8 de junho de 2010
Tendo presente os aumentos escandalosos no Parlamento europeu e a monumental asneira de cntinuar no euro, só me surge um único comentário a esses senhores " P... que os p ".
 
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