20 de abril de 2014 às 17:39
Página Inicial  ⁄  Dossiês  ⁄  Dossies Economia  ⁄  Caso BPN  ⁄  BPN: Roquette garante não ter pago qualquer comissão a Dias Loureiro

BPN: Roquette garante não ter pago qualquer comissão a Dias Loureiro

"Não paguei, nem ao Dr. Dias Loureiro nem a ninguém, qualquer comissão pela venda da Plêiade", assegurou o empresário José Roquette, ex-proprietário da empresa.  
Lusa
Roquette quebrou o silêncio acerca da Plêiade que acabou vendida à SLN, num negócio que envolveu Dias Loureiro João Carlos Santos Roquette quebrou o silêncio acerca da Plêiade que acabou vendida à SLN, num negócio que envolveu Dias Loureiro

O empresário José Roquette, ex-proprietário da Plêiade, garantiu hoje não ter pago qualquer comissão a Dias Loureiro no processo de venda da empresa à Sociedade Lusa de Negócios (SLN), explicando em comunicado a forma como foi realizado o negócio.

"Como a documentação que estará na posse das autoridades certamente deixará claro, não paguei, nem ao Dr. Dias Loureiro nem a ninguém, qualquer comissão pela venda da Plêiade", garantiu José Roquette, em comunicado divulgado hoje.

Clique para aceder ao índice do DOSSIÊ CASO BPN

O empresário explicou que compra da participação de Dias Loureiro na empresa ficou liquidada no início de 2001, após receber o pagamento da SLN e que foi o "o único vendedor das acções da Plêiade à SLN" e "o único responsável pelas garantias, incluindo a garantia do balanço", que estão no contrato de venda da empresa ao grupo.

O também ex-presidente do Sporting Clube de Portugal explicou que Dias Loureiro foi administrador executivo da Plêiade de Março de 1996 até ao final de 2000, quando a empresa foi vendida, tendo o ex-conselheiro de Estado se tornado accionista da Plêiade.

Um acordo estabelecido entre os dois permitia a Dias Loureiro poder adquirir uma participação social que podia ir até 14,285%, com este a possuir em Maio de 1999, 8,21% do capital social da Plêiade.

O empresário explicou que, antes da empresa ser vendida, acordou comprar a Dias Loureiro a sua participação na empresa "e em revogar o acordo que com ele mantinha onde se estabelecia o direito a exercer a opção de compra", pagando por esta participação "um preço equivalente a 14,285% do preço global da venda à SLN".

Comentários 3 Comentar
ordenar por:
mais votados ▼
Se ele o diz.......
quem somos nós para duvidar. Um senhor tão distinto, era lá capaz de uma coisa dessas.
Ainda se fosse um desses que vive nos bairros sociais!!!!
Ele diz e nós acreditamos
Ele diz e nós acreditamos, mesmo quando a conversa é sobre cifrões, a coisa não lhe está a correr de feição e lhe vemos aqueles olhos meio fora das orbitas
Caro Roquette,
Como todos sabemos, esse é um país de invejas. Quem tem algo, acaba sempre por ser invejado e odiado.

Portugal vive desde sempre da bufaria e na inveja.

Quem sai de mediocridade reinante, é sempre um alvo.

PUBLICIDADE
Expresso nas Redes
Pub