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Expresso

Antes pelo contrário

O que o Hamas pensa Israel faz

Primeira distorção no debate público: as opiniões de uma parte dos palestinianos, que não reconheçam o Estado de Israel, surgem como moralmente mais relevantes do que o facto de Israel, na prática, impedir a existência de um Estado palestiniano. Segunda: o direito de Israel a viver em tranquilidade parece ser independente do sofrimento que cause ao seu vizinho.

Daniel Oliveira

Não vou fazer aqui a 100ª análise sobre o que se passa na Palestina. Há questões históricas complexas, há erros de parte a parte e não há, como em geral acontece, bons e maus. Mas quem assistiu, como eu assisti, às humilhações quotidianas nos checkpoints que os palestinianos têm de passar diariamente para circular dentro do seu próprio território ou quem tenha sentido a sufocante claustrofobia de Gaza, um território do tamanho do concelho de Tomar onde vivem, cercados por muros, dois milhões de seres humanos, sentiu a evidência da injustiça que o leva a não tratar tudo isto como se estivéssemos perante um confronto entre duas partes iguais ou sequer comparáveis. 



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