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Com Rui Rio a “geringonça” tem de mudar

A eficácia da sua oposição dependerá da forma como a maioria que sustenta o governo conseguir, também ela, mudar de ciclo. Se não conseguir os papéis invertem-se. Se antes era a direita que estava amarrada ao passado, agora será a esquerda. Ou PS, BE e PCP encontram novas plataformas de entendimento, que projetem esta solução para o futuro, ou serão os eleitores a sentir que a “geringonça” já não corresponde à realidade política atual

A maioria dos eleitores, indicam todas as sondagens, está satisfeita com esta solução política encontrada pelos partidos à esquerda e com os resultados da governação. Nem a eleição de Rui Rio parece ter feito qualquer diferença. Mas a política é dinâmica, assim como o é a exigência dos eleitores.

A mudança de liderança no PSD cria um novo ciclo político. Aliás, fecha o ciclo político anterior com dois anos de atraso. A oposição mudou de ciclo em diferido porque, ao contrário do que é habitual, o anterior primeiro-ministro manteve-se na liderança do partido depois de ir para a oposição. E isso foi excelente para António Costa.

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