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Fraude no Banco Mundial: índices da normalização política

A fraude com o índice de competitividade empresarial do Chile só tem esta clareza porque o próprio Banco Mundial confessou as motivações políticas do seu executor contra o governo socialista de Bachelet. Mas, no quotidiano, o papel destas instituições é o de normalizar as escolhas dos Estados para proteger os interesses de quem pode pagar a inteligência de um exército diligente de economistas

Na última década a posição do Chile no índice Doing Business, que supostamente mede a facilidade de fazer negócios em cada país, sofreu uma enorme volatilidade. Uma volatilidade que coincidiu totalmente com os seus ciclos políticos. Entre 2006 e 2010, quando o Chile foi governado pela socialista Michelle Bachelet, caiu a pique. Durante a presidência de Sebastián Piñera (2010-2014), de direita, voltou a subir. E quando Bachelet regressou ao poder desceu de novo. Nestes 12 anos, as subidas andaram entre o 25º e o 57º lugar, o que faz da política económica chilena uma autêntica montanha russa.

A semana passada foi desvendado o mistério.

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