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Foi preconceito ideológico, António Pires de Lima?

Pires de Lima não foi o primeiro a trabalhar no matadouro de serviços públicos e empresas do Estado. Só não se esforça para disfarçar as suas intenções com qualquer retórica de defesa do interesse nacional. É a única vantagens dos fanáticos ideológicos: são muito mais transparentes

António Pires de Lima respondeu ao TEXTO QUE PUBLIQUEI NO SÁBADO DA SEMANA PASSADA, na edição impressa do “Expresso”, sobre a privatização dos CTT. Digo que respondeu mas tratou-se mais de um “pró-forma” do que uma resposta. Deixou as questões essenciais de fora da resposta: os desastrosos resultados da empresa desde que foi privatizada e as consequências de dispersar a venda dos Correios em bolsa, deixando-o sem um acionista estratégico.

Quanto ao primeiro tema, fica-se por um “não vou entrar nesse debate” (leia AQUI). Com os resultados à vista, compreendo-o. Quanto ao segundo, limita-se a recordar o encaixe financeiro do Estado, confirmando que nunca quis ser um governante, mas apenas membro de uma comissão liquidatária. O futuro da empresa não parece ser um tema que alguma vez tenham estado nas suas preocupações.

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