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O aumento do salário mínimo não é moeda de troca

As associações patronais exigem, para aceitar o aumento do Salário Mínimo Nacional, contrapartidas. Mas a perda de direitos e de salário, durante os anos da crise, não correspondeu a qualquer contrapartida

As associações patronais exigem, para aceitar o aumento do Salário Mínimo Nacional para 580 euros, contrapartidas. Não estamos apenas a falar de um compromisso deste governo. Estamos a falar de uma urgência nacional. Portugal é dos países europeus com maior desigualdade salarial e tem uma percentagem especialmente alta de trabalhadores que vivem abaixo do limiar de pobreza.

Aumentar o Salário Mínimo Nacional (SMN)favorece uma maior igualdade salarial e contraria uma economia que aposta na desqualificação e numa competitividade baseada em baixos custos de trabalho.

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