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Era a austeridade, estúpido!

Tendo algumas explicações externas, como teve e terá tudo o que corra bem ou mal na nossa economia, este crescimento resulta do fim da austeridade. Como sempre se disse que aconteceria

Os 2,8% de crescimento, a que se juntam os números do desemprego, do défice, do investimento privado, das exportações ou da confiança dos consumidores, provam que a reversão das medidas do governo anterior não só não se revelaram o desastre anunciado como foram fundamentais para a recuperação do País. Com tantos dados a confirmarem o mesmo, já não dá para falar de acidentes.

Perante isto, há, na oposição, várias teses. A primeira é que isto é resultado das reformas estruturais de Passos Coelho. Quais reformas estruturais? As privatizações, quando os CTT pioraram os seus resultados e a ANA carrega o turismo de taxas? Ou os cortes nos rendimentos, com reduções salariais e mais tempo de trabalho, para aplicar a idiota teoria de que reduzindo o custo unitário de trabalho seriamos milagrosamente mais competitivos? Está a ser tudo revertido e a economia respira também por isso.

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