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Expresso

A verdade de Junker e o elefante na sala de Passos

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Passos não quis que a Grécia renegociasse a sua divida, o que facilitaria uma futura reestruturação da dívida portuguesa, apenas por razões eleitorais ou a elas acresce a delirante convicção de que Portugal não vai precisar de o fazer? Sendo a reestruturação inevitável, vai esperar que ela seja feita pelos credores no momento e na forma que lhes seja mais conveniente? Vai continuar a empurrar com a barriga a insustentabilidade da divida portuguesa, enganando os tolos com "cofres cheios" de dinheiro emprestado, ou vai olhar de frente para um elefante que, não ocupando, como na Grécia, 180% da sala, já vai em 130%?

Já se sabe que Jean-Claude Juncker é um desbocado. Ao ponto de ter chamado ao presidente da Hungria, Viktor Orbán, "ditador" antes de lhe dar um grande abraço. A verdade vem da boca de Junker e suspeito que muitas vezes vem sem querer. Ele nem chega a cometer inconfidências. Apenas diz que o rei vai nu com a candura de uma criança.

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