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Expresso

Grécia e o factor americano

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Perante as notícias alarmantes que vêm da China, uma saída da Grécia do euro poderia significar uma tempestade perfeita. Os EUA estão empenhados, como nunca estiveram, que haja um acordo. Deixaram isso bem claro quando obrigarem o FMI a divulgar o relatório que defendia a reestruturação da dívida grega em plena campanha do referendo. É a pressão dos EUA que explica as tomadas de posição do presidente do Conselho Europeu ou a clareza com que falou François Hollande. O braço de ferro será, desta vez, mais complexo. No fim, conta se há ou não reestruturação da dívida grega às instituições

O senhor Wolfgang Schäuble é um tipo com um sentido de humor especial. Perante o inicio do desmoronamento da zona euro, com o qual, na sua fanática irresponsabilidade, ele parece viver bem (está tudo preparado), contou numa conferência uma conversa que teve com o secretário do Tesouro norte-americano: “No outro dia, propus ao meu amigo Jack Lew que nós podíamos ficar com Porto Rico na zona euro, se os Estados Unidos estivessem dispostos a levar a Grécia para o dólar. Ele pensou que eu estava a brincar”.

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