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Expresso

TAP: vitórias simbólicas também contam

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Cabe aos cidadãos, quando os seus eleitos não defendem o interesse público, fazer tudo o que a lei permite para impedir erros irreversíveis. Foi isso que fizeram os que recorreram aos tribunais para atrasar a privatização da TAP. A vitória de ontem é apenas simbólica e será facilmente contornada. Mas, caso este governo não consiga fechar o desastroso negócio, as condições políticas para o PS dar o dito por não dito, caso a sua proposta de privatizar apenas 49% se mostre irrealista, são cada vez mais difíceis.

A Associação Peço a Palavra, que foi integrada pelos subscritores do movimento “Não TAP os Olhos” (entre os quais me encontro) para interpor uma providência cautelar contra a privatização da companhia aérea nacional, teve ontem uma grande vitória: conseguiu que este processo fosse suspenso. A providência assenta no facto de o processo de privatização não prever a abertura de um concurso público para a contratação de duas entidades independentes para a avaliação económico-financeira da TAP. 


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