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Expresso

O Deus de Frei Bento

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O vice-reitor da Universidade Católica de Lovaina lançou um apelo ao diálogo “entre os que acreditam no céu e os que acreditam na terra”. De forma um pouco menos poética e em sentido crítico, António Barreto acusava a esquerda nacional de querer “a junção entre a esquerda e a religião, entre o socialismo e o catolicismo, entre o Estado-providência e o pensamento social da Igreja.” Revejo-me nesta possibilidade. Os libertários não me perdoarão, mas acho que o espaço de entendimento com católicos coerentes é, neste momento, mais interessante do que o espaço de entendimento com qualquer liberal radical. E em Frei Bento Domingues, que ama o céu e ama a terra, fica claríssimo onde esse encontro se faz

António Marujo, antigo jornalista do “Público” e um dos que, na imprensa portuguesa, mais nos pode ensinar sobre os labirintos da Igreja Católica, fez-me um convite que me atirava para bem longe da minha “zona de conforto”: apresentar o terceiro volume de 23 anos de crónicas de Frei Bento Domingues. Apesar de andar, recentemente, a ser convidado para muitas coisa relacionadas com a Igreja Católica, o mundo em que me movo e movi toda a vida está, pelo menos aparentemente, bem distante da realidade de que fala, no seu livro, Frei Bento Domingues. 


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