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Expresso

Cinco conclusões das sondagens

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As últimas sondagens dizem-nos cinco coisas. Que se as eleições fossem hoje, a direita teria, no seu conjunto, o pior resultado de que há democracia. Que o PS não consegue descolar. Que o chamado “arco da governação” teria, retirando as eleições de 1985 (com o epifenómeno do PRD), o pior resultado. Que nenhuma candidatura terá maioria absoluta. Que o aparecimento de novos partidos é visto com agrado por 66% dos eleitores e que cerca de 23% estão disponíveis para votar neles. Em resumo: para além de saber quem ganha e perde, é bom perceber que podemos vir a assistir, em várias frentes, a mudanças dos equilíbrios político-partidários habituais.

As sondagens dão a coligação PSD/CDS bastante próximo do Partido Socialista. Com o eleitorado bastante volátil – cerca de um quarto diz-se disponível para votar em novos partidos – e uma previsível abstenção bastante alta, é bom termos cuidados com crenças demasiado fortes nestas sondagens. Até porque os partidos que estão no poder tendem a sofrer mais com a abstenção, que não se faz sentir de forma tão clara nas sondagens. Ainda assim, estas pesquisas de opinião são bons elementos de análise. E dizem-nos cinco coisas.


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