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Expresso

Onde o caminho é desconhecido

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Paulo deixou-se guiar pela cidade. Pouco importava onde fossem tomar o tal copo, não tinha nada para dizer a Carmen, porém estava satisfeito por estar ali. Sendo uma sensação quase inexplicável, era o caso: satisfeito. Odiava festas, não entendia a razão pela qual a Carlota estava tão desvanecida com o outro tipo, o tal de Martim, e foi isso que disse:

“Quem era aquele tipo? Armado aos cágados...”

“É o meu irmão.”

“Ah, desculpa.”

“Não peças. Se ele fosse só um homem com manias era mais simples, mas não é. É maquiavélico.”

“Como assim?