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Fictiongram

a bodega dos livros

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Então, mas tu deixas os livros assim? Achas normal? Tudo espalhado, os livros, a roupa, os sapatos, espera, esse baton é meu? Francamente, Carolina, não tens respeito por ninguém. A mulher pegou na bodega dos livros, colocou-os em cima da secretária e olhou para a filha a dormir. No rosto dela não havia a menor perturbação. A mãe amaldiçoou o gesto de arrumar, o diálogo interno, a irritação e depois as férias da Páscoa, a filha em casa durante duas semanas sem qualquer controlo. Suspirou e foi trabalhar. Eram seis e cinquenta da manhã.