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Expresso

Um mar de gente nas ruas de Lisboa

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“Um mar de gente nas ruas de Lisboa” - é desta forma que se pode caracterizar a Marcha Nacional, A Força do Povo que se realizou a 6 de junho. 

Mais de cem mil, de norte a sul do país, expressaram o seu protesto e descontentamento contra as políticas de empobrecimento, de exploração e de declínio prosseguidas por PS, PSD e CDS-PP. 

Nas ruas de Lisboa foi visível a força do povo pela rutura com esta política. 

Nas ruas de Lisboa foi visível a vontade de mudança por uma alternativa.  

Foi visível nos milhares de trabalhadores, reformados, jovens e mulheres presentes na marcha a esperança e a confiança num futuro melhor.  

Uma marcha de protesto, mas sobretudo uma marcha de afirmação das soluções para os trabalhadores, o povo e o país. 

Soluções que demonstram que este caminho não é uma fatalidade e que o povo e o país não estão condenados ao retrocesso. 

Soluções que evidenciam que é possível um caminho diferente, que vão ao encontro dos interesses do povo e do desenvolvimento e progresso social do país, assentes nos valores de Abril. 

Soluções que passam pela urgência da renegociação da dívida para libertar recursos que podem ser canalizados para o investimento público e para a industrialização, a agricultura, as pescas e o apoio às micro, pequenas e médias empresas, substituindo as importações por produção nacional e criando emprego e riqueza; 

Soluções que passam pelo fim das privatizações e pela defesa do controlo público de empresas e setores estratégicos da nossa economia; 

Soluções que passam pela redistribuição da riqueza, através da reposição dos salários, pensões e prestações sociais roubados, pela valorização dos salários e pensões; 

Soluções que passam pela defesa das funções sociais do Estado e dos serviços públicos; 

Soluções que passam por uma justa política fiscal, que desonere os rendimentos do trabalho e as micro e pequenas empresas e que tribute mais os rendimentos do capital; 

Soluções que passam pela afirmação da nossa soberania e independência. 

A soberania reside no povo, por isso, está nas nossas mãos, dos trabalhadores, dos reformados, dos jovens, das mulheres, dos democratas e patriotas, de todos aqueles que rejeitam esta política, fazer a diferença e lutar pela política alternativa.