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Expresso

Um País mais frágil! Eis o custo das habilidades políticas de Costa

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Os dados confirmam, a solução de António Costa atrasa a recuperação do país

O negócio político entre Costa, Catarina e Jerónimo tem um custo para os portugueses. Em dez meses de habilidades políticas menos empregos foram recuperados, menos portugueses foram contratados, menos empresas foram criadas, menos investidores estrangeiros apostaram em Portugal, menos exportações foram conseguidas.

Tudo isto acontece debaixo do nariz da esquerda portuguesa, dos dirigentes que em campanha prometeram ao país um crescimento acima dos 3%, um investimento público galopante, uma redução radical das desigualdades, uma criação de emprego ímpar entre tantas outras falsas promessas.

Os peritos do PS anunciavam então ao país que o mix de políticas que defendiam, e que, entretanto, aprovaram, iam permitir uma taxa de crescimento média de 2,6% ao longo da legislatura. Esta era já então uma “perspetiva de crescimento superior à do Governo PSD/CDS, a manter a estratégia – que apontava para 2,4% ao ano entre 2016 e 2019 – e à da Comissão Europeia”. (info retirada do Jornal de Negócios)

Passaram dez meses e o que temos afinal? Habilidades. É a isto que se resume a governação de Costa.

Verificou-se aquilo que o PSD temia, a estratégia da esquerda não teria melhores resultados que os existentes, o que surpreendeu foi mesmo o agravamento das condições. Por um lado, os neokeynesianos devem estar desiludidos de décadas de teoria que falhou, mas na verdade ainda há esperança, pois o governo Costa não aplicou toda a cartilha de Keynes, mas apenas a retórica, no resto manipulou a verdade ou mentiu aos portugueses.

O mais surpreendente é a inação do BE e PCP, que assistem mudos a uma realidade económica que defraudou todas as expetativas.

Mas se há coisa que o tempo nos permite, é comparar realidades e resultados, mas sobretudo perceber quais as melhores soluções. Foi isso que, no passado fim-de-semana, o grego Kyriakos Mitsotakis, líder da Nova Democracia da Grécia, veio fazer a Portugal. O mais que provável futuro Primeiro Ministro da Grécia, veio tentar perceber como é que o Governo anterior, apesar de todas as restrições e austeridade, conseguiu colocar a economia portuguesa a crescer e a gerar empregos. Foi precisamente isso que, apesar do discurso, nem Tsipras na Grécia nem Costa em Portugal conseguiram fazer.

Tsipras e António Costa têm mesmo três coisas em comum: ambos aumentaram ainda mais a austeridade, ambos congelaram o crescimento da economia, ambos atrasaram a recuperação dos respetivos países.