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Expresso

Palavras dadas

Tempos azedos numa Europa impotente

Os tempos vão azedos. Muita campanha política descolada da realidade. Muita irracionalidade e teimosia em terreno cruel. Muita suspeição sem fim à vista. Inconsequência permanente. Dias que passam em desamparo. Podia até ser grito de libertação da sociedade civil (onde já vai a expressão...), mas a teia burocrática e a desconfiança no cidadão não o permitem. Portugal está apertado por espartilhos vários, estagnado por pactos orçamentais e dívidas avassaladoras. Esta semana, no meio do burburinho, várias vozes chamaram a atenção para a estagnação a que nos estamos perigosamente a render. A Europa vive uma ameaça deflacionista e não se vêem sinais que a contrariem ou combatem.  

 

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