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Expresso

Portugal entre os impossíveis e os ressentidos

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Ninguém sabe quanto vai durar o Governo de António Costa. Ninguém sabe, porque a natureza dos governos em democracia é precária. Ninguém sabe, porque a experiência socialista é tão rara como desafiadora das leis da gravidade. Talvez, por isso mesmo, possa surpreender. Ninguém sabe. O primeiro-ministro está convencido, e quer convencer-nos, de que “os impossíveis existem”.

Para já, o primeiro exercício “impossível” tornou-se possível. O Orçamento do Estado foi aprovado, quando parecia ter tudo para o não ser. Ou seria Bruxelas a inviabilizá-lo, ou seriam as esquerdas à esquerda do PS, ou seriam os mercados, ou seria a conjugação de todos a ditar o fim da ousadia de António Costa. Foi nisso que apostou o PSD.

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