Siga-nos

Perfil

Expresso

Hoje o peditório é para a música

  • 333

Que os tempos de aperto financeiro costumam semear injustiça, já sabíamos. Os cortes cegos são, por natureza, irracionais. Na pressa, ou na voragem, até poderão desculpar-se. O que não pode passar em claro é a atitude flagrante, pública e repetida, que só pode entender-se como premeditada, convicta. O que se passa com o ensino público da música é um exemplo claro de como se despreza uma disciplina educativa fundamental.

Caso público e notório é a Escola de Música do Conservatório Nacional, uma escola antiga e prestigiada, que funciona num palácio desde a primeira metade do século XIX. Tem 900 alunos, 67 pianos e um sem número de exigências para o ensino da música com o mínimo de dignidade. Funciona, há anos, em condições precárias, infiltrações, tetos em risco de cair...

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI