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Expresso

De acordo em acordo até ao desastre final

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Se alguém quiser ajudar a Grécia a recuperar, vale a pena concentrar-se no fundamental: reestruturação da dívida, restabelecimento de canais de financiamento da economia, reorganização do Estado

Já não chegava o desgoverno de décadas, a Grécia prepara-se agora para sofrer a terceira penitência em cinco anos dos seus salvadores europeus. Dividida, humilhada, revoltada, agora resignada, travada pelo medo de males ainda maiores, não parece ter outro remédio senão vergar-se à proteção dos credores. Já muito dinheiro chegou e fugiu. Boa parte dos gregos não deram por ele. Mas sabem que, mesmo só o vendo fugir, é preciso que continue a correr. Ninguém sabe quando é que o deve se aproximará do haver. O que se sabe é que nem devedores nem credores querem que a circulação monetária se interrompa. É isso que os mantém ligados, mesmo que sem convicção.

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