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Silêncios e ilusões em campanhas tristes

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Silêncio. Estranho silêncio cúmplice quando palavras impensáveis se soltam, ameaçadoras, num governo de um país da União Europeia. O primeiro-ministro da Hungria Viktor Órban reclama «campos de internamento» para obrigar os imigrantes a trabalhar, enquanto acena com o regresso da pena de morte. Nascido no pós-guerra, com feridas bem vivas não apenas na memória, o projecto europeu assentou num compromisso de paz e liberdade, incompatível com quaisquer derivas totalitárias, xenófobas ou beligerantes.


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(O Expresso Diário é de acesso gratuito até dia 15 de maio)