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Quatro anos depois do estoiro

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Acontece às vezes: o frenesim é tão grande que ao princípio não se mede a desgraça. Aquele dia foi assim. Os políticos que anseavam a queda de Sócrates estavam eufóricos. Os bancos que precisavam de financiamento estavam aliviados. Mas parando para pensar percebia-se o óbvio: pedíamos dinheiro, entregávamos poder. A 6 de abril de 2011 começou a intervenção externa. 

 

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