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Os maiores

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Nenhuma história é só uma história. Nenhum homem é só um homem, no todo inapreensível maior que os despojos da sua fragmentação. Seguir pegadas é imaginar passadas, no esforço impossível de reconstituir sem reconstruir.

O rasto é o que resta de quem passou mas não é o resto que dele precisamos. Somos investigadores do passado, somos detetives do futuro, somos jornalistas da nossa própria espécie. Este texto é sobre Vítor Baptista mas não é. É sobre jornalismo mas não é. É também sobre quem somos depois de outros, os que deixamos, os que nos deixam. Cada um de nós, intersecção infinita de quem passa e de quem fica.

Vítor Baptista era o maior.

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  • A história trágica do maior rebelde do futebol português

    Houve um futebolista português que parou um Benfica-Sporting à procura de um brinco. Que comprou um Jaguar e o equipou com um motorista para o guiar de Setúbal a Lisboa só porque sim. Que levava um cão para os treinos e o amarrava a uma baliza. Que usava sandálias de tacão alto, jeans rasgados, camisas abertas, brinco, cabelo e barba compridos quando todos os outros vestiam fato e gravata. Que trazia couves e batatas da quinta dele para distribuir pelos colegas. Que teve tudo e perdeu tudo na droga e na noite e em maus negócios. Chamava-se Vítor Baptista e tinha uma alcunha: O Maior