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Expresso

O governo “muito reformista”

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Mais que uma náusea, há um cansaço. Ouve-se a expressão “reforma estrutural” e cheira a mofo de gaveta, anacronismo bolorento do que foi esgaçado pelo discurso da governação. Mudança, progresso, modernização, reforma foram mais enunciações do que anunciações. O governo PS não anda com as “reformas estruturais” na boca. É bom que as tenha nas mãos. Só se mantém o que vence, mas vencido está Portugal se apenas deseja equilibrar-se na corda mole.

Na entrevista de hoje ao “Público”, António Costa dá uma resposta interessante. “A expressão reforma estrutural foi poluída idelogicamente pela direita. Portanto, só é capaz de conceber como reformas as reformas da direita. O nosso governo é muito reformista, não tem é as reformas da direita”. Quais são? O primeiro-ministro lista-as “na área da educação, da formação, da modernização científica e tecnológica, na reforma da Administração Pública e do sistema de justiça, nas políticas de emprego”.

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