Siga-nos

Perfil

Expresso

E quando tudo parecia não correr mal…

Estava tudo a correr tão bem: a economia a crescer muito acima do esperado, o investimento a regressar, as exportações a acelerarem, o emprego a aumentar e o desemprego a cair, a Comissão Europeia e o FMI a reverem em alta as suas projeções e a dizerem que o país vai cumprir o défice deste ano com uma perna às costas, as agências de rating a admitirem que podem rever em alta a classificação de “lixo” que atribuem à dívida portuguesa, Mário Centeno a ser considerado o Ronaldo do Eurogrupo – e eis quando o fogo de Pedrógão Grande e o roubo de armas de Tancos veio baralhar o ambiente político.

Até aqui, o Governo ia num andor – e a segurá-lo estava o Presidente da República, desvalorizando os pequenos episódios políticos e sublinhando a evolução positiva dos indicadores económicos. A oposição estava literalmente sem discurso, agarrada apenas aos SMS trocados entre o ministro das Finanças e o ex-presidente da Caixa Geral de Depósitos, António Domingues.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito para Assinantes ou basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso, pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)