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O mundo ficou hoje bastante mais perigoso

Bashar Al Assad não é flor que se cheire. O presidente sírio tem as mãos manchadas do sangue de milhares de pessoas, oposicionistas ao seu regime ou simples cidadãos. Contudo, o conflito com o estado islâmico serviu-lhe às mil maravilhas para ele ser considerado do “lado bom” da força – ou, como dizia Henry Kissinger a propósito de um antigo presidente de um país da América Latina, “é um filho da p…, mas é o nosso filho da p…”.

Donald Trump deu todos os sinais de que os Estados Unidos estariam ao lado da Rússia no apoio ao ditador sírio, contrariando a orientação política do seu antecessor, Barack Obama.

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