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A bolsa portuguesa é como o rato Mickey; não existe

É sempre muito surpreendente o espaço que jornais, rádios e televisões dedicam ao sobe e desce diário das acções na bolsa de Lisboa. E é surpreendente porque desde que começou o século XXI, a bolsa portuguesa não tem feito senão minguar, minguar, minguar, a tal ponto que hoje em dia bem se poderia acabar com ela que pouca gente daria por isso.

Sim, houve os tempos áureos do capitalismo popular e do início do processo de privatizações na segunda metade dos anos 80 e nos anos 90, em que pesos pesados públicos entraram na bolsa como a PT, a EDP, a REN, além de grandes bancos privados como o BCP, o BES, o BPI e empresas com forte presença no tecido produtivo nacional, como a Sonae ou a Jerónimo Martins.

Sim, houve tempos em que a compra e venda de acções fervilhavam e os corretores e os bancos não tinham mãos a medir.

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