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As sondagens valem o que valem

Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa devem estar contentes. Uma sondagem coloca-os, ao primeiro como um dos presidentes mais populares de Portugal, e ao segundo como líder de um partido que está à beira da maioria absoluta. Mas o mundo está demasiado perigoso e instável para que deitem foguetes. Tudo pode mudar rapidamente e para novas eleições falta ainda muito tempo.

Primeiro, o Presidente da República. É verdade que Marcelo sucede a um Presidente que saiu de Belém com a mais baixa taxa de popularidade de sempre – nota média de 7,7 e apenas 48% de avaliações positivas em Dezembro de 2015, segundo a sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica. É verdade que Marcelo era amplamente conhecido da generalidade dos portugueses devido às suas intervenções televisivas dominicais. É verdade que Marcelo é hiperativo. Mas não é apenas isso que faz a popularidade do Presidente.

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