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ANA: quando um país se põe na mão de um privado

A concessão da ANA - Aeroportos de Portugal, aos franceses da Vinci por 50 anos, levada a cabo pelo Governo PSD/CDS, foi um erro dramático. As consequências são cada vez mais evidentes.

Devem as infraestruturas essenciais de um país ser concessionadas ou vendidas a privados? O anterior governo pensava que sim. E se bem pensava, melhor o fez – no caso da energia, dos transportes e das infraestruturas aeroportuárias. Neste último caso, o Governo do PSD/CDS abriu o concurso e cedeu por meio século a investidores estrangeiros o controlo de todos os aeroportos nacionais. É claro que houve um caderno de encargos. Mas a cada dia que passa constata-se que aquilo que foi dito aos portugueses na altura, pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, pelo ministro da Economia, António Pires de Lima e pelo secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, é que a gestão do aeroporto de Lisboa implicaria que, passado um determinado número de passageiros, se tivesse de arrancar com a construção de um novo aeroporto internacional a cargo da Vinci.

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