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Ainda a Caixa: o pezinho privado

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Se ainda há esquerda e direita, a Caixa Geral de Depósitos é uma das linhas divisórias. O centro-direita não vê mal em que a instituição seja total ou parcialmente privatizada e interroga-se para que serve um banco público; o centro-esquerda defende a necessidade da existência de um banco 100% público no sistema financeiro português.

Foi isso que esteve em cima da mesa entre 2011 e 2014. Pedro Passos Coelho, que aquando da sua primeira tentativa para chegar a presidente do PSD defendera a privatização da Caixa, recuou depois, em termos públicos, desse objetivo, mas nunca o deixou cair. E por isso quando a Caixa necessitou de ser recapitalizada, em vez de ser o Estado a fazê-lo na íntegra, obrigou-a a pedir 900 milhões de euros ao abrigo da linha de crédito de 12 mil milhões que a troika definiu para o saneamento dos bancos nacionais.

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