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As campainhas de alarme estão todas a soar

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Factos são factos. Um défice de 3,3% no primeiro trimestre do ano, um recuo de 0,6% no investimento e um crescimento de apenas 0,9% no mesmo período lançam sombras pesadas sobre a evolução da economia portuguesa e do Orçamento do Estado para o resto do ano.

A estratégia do Governo passava por dar uma folga, via reposição de salários e pensões e alívio fiscal, ao rendimento dos particulares. Isso permitiria um aumento do consumo, impulsionando o crescimento económico. Se assim fosse, as empresas aumentariam o investimento para responder ao acréscimo da procura interna. E isso seria assim porque os rendimentos mais baixos, aqueles que seriam mais aliviados do garrote fiscal, tem uma baixa propensão à compra de consumos importados.

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