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O salário dos presidentes. E o dos trabalhadores

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A Comissão Europeia e o FMI mostram uma notável preocupação com os efeitos que o aumento do salário mínimo em Portugal pode ter na competitividade da economia. Em contrapartida, não mostram a menor preocupação com o enorme agravamento das desigualdades salariais entre os presidentes executivos das empresas e o que recebem, em média, os trabalhadores.

O estudo é da Proteste Investe e, a fazer fé nele, o que se constata é que o fosso salarial entre os CEO (presidente executivo) das maiores empresas nacionais e o salário médio dos seus trabalhadores se agravou substancialmente em 2015, consolidando uma tendência que vinha de trás. Ou seja, ao contrário do que muito se propala, a crise não atingiu todos da mesma maneira. No caso vertente, o aumento médio dos salários dos CEO no ano passado foi de 14,2%, o dos trabalhadores foi, apenas de 3,6% - e, em consequência, o fosso salarial agravou-se de 21,3 vezes em 2014 para 23,5 em 2015.

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