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Temos de ser uma Irlanda em termos fiscais

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Um debate realizado hoje, sob a égide do Expresso e da EY, não deixa margem para dúvidas: a fiscalidade em Portugal está no seu máximo e alguma dela começa já a mostrar os efeitos da curva de Laffer, ou seja, quanto mais se aumentam os impostos sobre certos produtos menos receita produzem. Por isso, só saímos do garrote fiscal controlando a despesa e entrando decididamente na concorrência fiscal que se pratica na Europa.

Um ex-ministro das Finanças (Fernando Teixeira dos Santos), um ex-diretor da Autoridade Tributária (José Azevedo Pereira), um ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais (Carlos Lobo), uma especialista em direito fiscal (Clotilde Palma) e um membro da comissão executiva de uma grande empresa portuguesa (Fernando Araújo, da Navigator Group) não podem estar todos enganados ao mesmo tempo. O IVA, o IRS e o IMI estão no seu limite, os impostos sobre o pecado (álcool e tabaco) mostram os efeitos da curva de Laffer.

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