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Uber e Airbnb: travar o vento com as mãos

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Desde os anos 80 que o mundo vive a febre da desregulação, primeiro no sistema financeiro, depois na economia real. Agora, os cidadãos comuns resolveram aproveitar a desregulação a seu favor. E, claro, há quem não goste. Veremos se os Estados apoiam os cidadãos ou quem tem poder para berrar.

Hoje Lisboa, Porto e Faro assistiram a grandes manifestações de taxistas contra a Uber, o serviço de transporte de passageiros que é feito por cidadãos comuns, utilizando os seus próprios carros, que são chamados por telemóvel e onde ninguém paga ao condutor, mas sim através de uma conta associada, tendo os clientes, no final, de atribuir uma classificação ao condutor. Quando chamam o serviço, os clientes ficam a saber quem é o condutor, através de uma fotografia que recebem no telemóvel, qual o trajeto provável e qual o preço que vão pagar. Podem inclusive, se tiverem fornecido os dados, ouvir as suas músicas preferidas durante o trajeto.

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