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Expresso

O IEFP e as nomeações para a administração pública

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Menos de dois meses do ministro Vieira da Silva ter decidido nomear três novos membros para o conselho diretivo do Instituto de Emprego e Formação profissional, embora mantendo o presidente, eis que se sabe agora que cerca de uma centena de chefias dos centros de emprego, um terço do total, estão a ser substituídas, com o pífio argumento da necessidade de “imprimir uma nova orientação à gestão dos serviços”. Para evitar situações destas temos de voltar a revisitar o que deve acontecer quando há mudança de governo – e tem de existir consenso político sobre a matéria. Assim, quem sofre é o funcionamento dos serviços e os milhares de cidadãos a que eles têm de recorrer.

Entendamo-nos. O anterior governo criou uma estrutura, a CRESAP, que ficou com a missão de avaliar o curriculum e a competência dos candidatos a diversos cargos na administração central, local ou regional e nas empresas públicas. Pareceu uma boa solução, embora uma análise efetuada ao que aconteceu tenha chegado à conclusão que houve quem fosse sucessivamente recusado para quaisquer cargos por ser simpatizante de partidos que não os que estavam no poder (PSD e CDS). Em qualquer caso, houve também candidatos recusados, mesmo quando propostos pelo anterior executivo.

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