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Expresso

O ultimatum de Bruxelas: Passos tem toda a razão

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A Comissão Europeia veio hoje exigir que o governo português entregue um projeto provisório do Orçamento do Estado para 2016. O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse que não o fará. Tem toda a razão. Há limites para a estupidez burocrática de Bruxelas. Pena é que Passos não tenha batido o pé a Bruxelas em muitos outros casos nestes últimos quatro anos.

Como pode Bruxelas exigir as linhas gerais do futuro Orçamento, se cá por casa nem sequer se sabe por que partidos será constituído o novo Governo? E faz algum sentido pedir mesmo assim essas orientações gerais que “depois serão atualizadas” pelo futuro Governo, se o futuro Governo nada tiver a ver com o atual? Alguma vez esse futuro Governo, se tiver uma orientação diferente do atual, subscreverá tais linhas gerais? Trata-se da cegueira e estupidez eurocráticas em todo o seu esplendor.

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