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Expresso

Uma noite dinâmica e uma legislatura curta

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As noites eleitorais costumam ser dinâmicas, ou seja, nem tudo o que às oito da noite parece acaba depois por ser. Ontem isso voltou a acontecer. O PSD teve uma rotunda e inquestionável vitória, mas às oito da noite estava euforicamente à beira da maioria absoluta – o que não aconteceu. O PS estava vergado a uma humilhante derrota e tornou-se depois o único partido com que a coligação pode contar para negociar a estabilidade governativa – podendo impor condições para isso. O PCP aumentou a votação e elegeu mais um deputado – mas acabou com o amargo da boca de ser relegado para quarta força no parlamento. O Bloco de Esquerda sonhava – mas nunca pensou que o sonho fosse tão grande. O Livre anunciou mesmo que tinha um deputado e acabou sem nenhum. O PDR, de Marinho e Pinto, chegou mesmo a sonhar com dois e também não elegeu nenhum. O PAN conseguiu entrar em São Bento – mas mesmo ao cair do pano. Temos agora pela frente uma legislatura muito difícil. E são pouquíssimos os que apostam que chegará ao fim.

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