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Expresso

O primeiro-ministro que não acredita na felicidade

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Pode um primeiro-ministro que não acredita na felicidade conduzir políticas que visem elevar o bem-estar dos cidadãos e o seu nível de vida nos planos económico, social, cultural, educativo? Ou um primeiro-ministro assim só consegue conduzir políticas que provoquem dor aos seus concidadãos como única forma de redenção do país? Quando chegou ao poder, Pedro Passos Coelho disse ao que vinha: culpabilizar-nos a todos pelo pedido de ajuda internacional que o país foi obrigado a fazer em 2011, como resultado do que disse serem os nossos excessos consumistas, que nos conduziram a viver acima das nossas possibilidades. 

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