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Expresso

Do vinil ao digital

Mandrágora, uma raíz na "Escarpa"

Sérgio Bastos

A música urbana de fusão tem passado, presente e futuro pois compatibiliza sons estilizados ao sagrado. Na primeira década deste século são boas as surpresas que jovens músicos nos têm apresentado entre raízes tradicionais portuguesas e europeias, jazz, rock, etc. Uxu Kalhus, Dazkarieh e Mandrágora são nomes que têm internacionalizado a nossa música em festivais no velho continente e não só. Filipa Santos (flautas, saxofone, gaita de foles), Ricardo Lopes (percussões, futujara), Pedro Viana (guitarra clássica), Nuno Silva (bouzouki, dulcimer) e Martim Torres (Baixo, contrabaixo) constituem a banda portuense que tem por discografia "Mandrágora" (2005) e "Escarpa" (2008).