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Expresso

Chamem-me o que quiserem

Um país de loucos (e alguns deviam ser internados)

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Difícil para quem escreve é escolher um tema em que não esteja presente um caso de loucura política, daquelas mais profundas. Tomemos o caso de hoje, mas poderia ser de outro dia qualquer, porque esta loucura, sobretudo à medida que se aproximam os atos eleitorais (legislativas e presidenciais) é recorrente e agrava-se de dia para dia

Henrique Monteiro

Henrique Monteiro

Redator Principal

No Parlamento, o PSD obriga a bancada a votar na lei demagógica da lista de pedófilos cujo destino será, quase por certo, a inconstitucionalidade. O mesmo PSD e o PS envolvem-se numa polémica sobre se um organismo do Estado devia aquilatar o programa macroeconómico socialista. Os pilotos da TAP avançam para uma greve que pode matar a empresa. O candidato presidencial Sampaio da Nóvoa vê o PS a apoiar, sem apoiar, a sua decisão, mandando uns e retraindo outros de estarem presentes na sua apresentação. Como se dizia na célebre série cómica Soap (que em português se chamava "Tudo em Família"): confusos? Não percam os próximos episódios.

 

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