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Expresso

Chamem-me o que quiserem

Tsipras e o lapso freudiano

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Não serei eu a criticar o Syriza e os seus dirigentes por não cumprirem as promessas feitas na campanha. Apenas registo o facto de o realismo se sobrepôr ao preconceito, ao idealismo e ao populismo. Assim como registo que aquilo que faz de Passos Coelho - para tanta gente da nossa esquerda - um enorme mentiroso ou farsante é, para as mesmas pessoas, e no que toca a Tsipras e ao Syriza, não mais do que uma inevitabilidade imposta por Bruxelas.

Henrique Monteiro

Henrique Monteiro

Redator Principal

Que há dois pesos e duas medidas, quando se trata da esquerda ou da direita, sempre soube. Basta ver o que Hollande representou de esperança, ou o que Renzi iria fazer... A esquerda portuguesa, agora, já se contenta apenas com os mecanismos do BCE e já só espera soluções vindas da Europa.  Na verdade, depois de ouvirmos alguns dirigentes do PS nem entendemos que podem eles fazer que não seja uma espécie de proselitismo -  tipo Testemunhas de Jeová a vender o evangelho - junto dos outros líderes europeus. Mas adiante.

 

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