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RTP: nem futebol nem piscadelas de olho

A primeira pergunta a fazer é simples: precisamos de uma televisão paga pelos contribuintes que nos oferece programas que as outras televisões comerciais gostariam de oferecer? A segunda pergunta é um pouco mais complexa: se pagamos a televisão, o seu objetivo deve ser dar lucro ao Estado, ou pura e simplesmente equilibrar as contas? A terceira pergunta oferece dúvidas a muita gente: o serviço público tem de ser constituído por programas aborrecidos?

Henrique Monteiro

Henrique Monteiro

Redator Principal

Mais do que discutir o problema do futebol - e desde já afirmo que me parece escandaloso um serviço público oferecer milhões de euros pela transmissão de jogos da Liga dos Campeões; mais do que saber se a própria Seleção Nacional não deveria estar fora do radar do serviço público, há que entender que só faz sentido existir um serviço assim - e eu defendo que ele exista - se não for concorrencial, mas alternativo (e com isto não significo minoritário, necessariamente) e se for informativo, independente e educativo. Ou seja, se cumprir com tarefas essenciais que devem ser cometidas ao Estado.

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