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PS: o caminho da derrota e as razões de Assis

O Congresso do PS este fim de semana foi um ato emocional, por muitos motivos. Se fosse Camões a descrevê-lo poderia considerá-lo, como o amor, um "contentamento descontente". Alegrou a ala esquerda dos socialistas e mais de todos os que estão fartos deste Governo, mas pairou sobre ele o descontentamento impronunciável do nome de Sócrates

Henrique Monteiro

Henrique Monteiro

Redator Principal

António Costa tinha, de facto, uma equação difícil de resolver e não se pode dizer que se saiu mal. Porém, politicamente, ao recusar qualquer coligação com o Pedro ou com o Rui, ou seja, com quem quer que seja que venha da direita -e juntando isso ao episódio de Assis, que não conseguiu falar e foi-se embora, o novo líder permitiu que a emoção se sobrepusesse à razão. Vai a tempo de corrigir o tiro, claro, mas não há uma segunda oportunidade para uma boa primeira impressão.

 

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