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Expresso

Chamem-me o que quiserem

Do populismo de Sócrates (e da sua confissão)

A carta do ex-primeiro-ministro ao 'DN' de ontem revela uma faceta antiga, mas escondida, de Sócrates: o seu populismo. Faz parte dessa forma de agir politicamente identificar um conjunto de inimigos (coincidentes com as elites do país) para os acusar pelos males do povo e por serem os carrascos de vítimas que o sistema afasta. Para os populistas, o sistema (seja ele qual for) está sempre podre

Henrique Monteiro

Henrique Monteiro

Redator Principal

Estou farto de ouvir pessoas a querer mudar o regime. Eu não quero. Quero aperfeiçoá-lo, corrigir o que está mal. Por exemplo, defendo uma lei sobre o enriquecimento ilícito (e se forem ler o que escrevi já há anos, defendo-a desde sempre, muito antes destes acontecimentos); outro exemplo: abomino o segredo de Justiça e o excesso de prisão preventiva (também há muitos anos, antes destes acontecimentos). Mas penso que tudo isso tem de ser feito democraticamente, por acordo parlamentar dos principais partidos.

 

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