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No ano que vem, em Jerusalém

A decisão de Trump em mudar a embaixada dos EUA de Telavive para Jerusalém é uma das grandes trapalhadas diplomáticas em que é pródigo o presidente dos EUA. Hoje mesmo o Conselho de Segurança da ONU vai reunir-se para debater a questão e, se tudo correr como o previsto, haverá apelos à paz e ao recuo norte-americano. O Hamas já apelou a mais uma intifada contra Israel e os países árabes das redondezas, que se caracterizam pelas suas excelentes democracias (isto é irónico), rasgam as vestes. E no entanto, o que é Jerusalém?

Talvez seja a cidade que mais emoções desperta no mundo. Por isso mesmo, as pessoas mais avisadas sempre entenderam que deveria ter um governo internacional (como foi previsto em 1948 e os israelitas aceitaram, ao contrário dos palestinianos, jordanos e outros envolvidos). No limite poderia ser dividida como capital de dois estados – Israel e a Autoridade Palestiniana (ou Estado Palestiniano), como defende Simon Sebag Montefiore, no seu magnífico livro Jerusalém.

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