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Quando Belmiro ‘quis comprar’ o Expresso

Estávamos em 1999 e decidimos entrevistar Belmiro de Azevedo para o Expresso (claro); seria uma entrevista não sobre empresas ou economia, mas sobre o homem que estava por detrás do império Sonae. A história, em si, não teria história, não fosse a sequência de eventos que se seguiram. Eu e o Rui Ochoa, na altura, salvo erro, chefe da fotografia do Expresso (cargo que ocupava há anos) seguimos para o Porto, mais concretamente para a Via Norte, na Maia, para conversar com o patrão da Sonae, então no auge da sua carreira de empresário e gestor

Durante algumas horas o Rui fotografou, eu fiz perguntas e Belmiro respondeu. Não nos conhecíamos, na altura, mas tivemos empatia. Dessa entrevista ficaram algumas frases que ele disse, como a de Marques Mendes não servir para porteiro da Sonae ou que encomendava sapatos à meia dúzia, ou que não conhecia a marca da roupa que vestia, ou ainda que era bastante poupado “Eu olho sempre para os preços antes de decidir o que vou comer” e workaholic – se vendesse tudo e fosse gozar a vida, nem saberia o que fazer.

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