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O que parece… é!

Não me peçam para condenar o evento comemorativo dos dois anos do Governo. Nem por ter contratado pessoas a 200 euros, nem por nada. A esta hora o Governo deve estar arrependido de ter ido por este caminho, porque em política (e por a frase ser de Salazar não tem menos razão) o que parece, é. E pareceu propaganda, nada mais

O Governo jogou no reino da aparência, no território do faz-de-conta. Um Governo, que se saiba, não é constituído no Parlamento para ter popularidade e menos ainda para a medir. É mais para governar. Mas isso, meus caros, era dantes. Os indignados de hoje, ao verem-se nas mesmas circunstâncias, fariam o mesmo – ou pior; em vez deixar uma empresa selecionar, punham lá a célula da Moita, a concelhia de Cascais ou o coletivo da Mouraria.

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