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Entre a morte lenta e o suicídio

Enquanto se percebem as repercussões da renúncia de Passos à liderança do PSD (em boa medida parece-me uma parolice nacional, infelizmente instituída, achar que quem perde umas eleições perde qualidades, ou que os partidos apenas servem para chegar ao poder a qualquer custo), falemos do PCP, que tendo também muito para refletir, tem decisões coletivas para tomar (no PSD, como se sabe, cada líder transforma o partido numa coisa ligeiramente diferente, coisa de que não se pode acusar os comunistas).

Não creio que a saída de Passos seja uma autoestrada para Rui Rio. E, se for, também não é algo que me preocupe. Seja como for, atrás de Passos virá outro e depois outro, como sucedeu no PS, que já morreu e ressuscitou várias vezes; assim como o PSD já tinha morrido e nascido.

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