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Três vergonhas e meia num país com falta dela

Há três factos, desconexos entre si, que são autênticas vergonhas nacionais. O primeiro, para começar pelo mais estrutural, é o racismo em Portugal (algo cuja existência pessoalmente sempre reconheci) e a complacência da Comunicação social perante esse fenómeno; o segundo, é a situação do impagável (ou impagante) Comendador Berardo, que vai ter 75% da coleção de arte penhorada pela banca a quem deve uns amendoins, como ele dizia. A terceira é a menção do CEMGFA, general Pina Monteiro, ao facto de o material roubado em Tancos valer 34 mil euros e parte dele estar obsoleto

Fica ainda meia vergonha por referir: essa diz respeito a Rocha Andrade não ter ainda percebido que fez mal em aceitar o convite da GALP. Não sei de que desenho necessita para entender que uma empresa com um conflito fiscal com o Estado não deve andar com o responsável máximo do fisco ao colo. Ou melhor, o responsável não se deve permitir andar a colo da empresa. Mas isso é lá com ele, uma vez que os acontecimentos já o conduziram à demissão.

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